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nossa equipe brasileira

Nascemos em São Paulo, Brasil, mas agora estamos vivendo ao redor do mundo, como a natureza do nosso trabalho sugere

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mariana montag

arquiteta, pesquisadora e gestora.

Gostaria de me apresentar todos os dias, mas faço isso comigo mesma - me reconhecendo como rotina. Arquitetura para mim é o guia para viver as aventuras que desejo e desbloquear aspectos limitantes introjetados. Estou me permitindo viver e falar do amor como resistência política e convidar a mente analítica a elaborar inovações técnicas voltadas para transformações sistêmicas. Trabalho com intensidade por sonhos que sirvam à terra e à libertação pública. Vejo um futuro de grande prazer para todos.

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luiza tripoli

arquiteta, bioconstrutora e artista

Encontrei na arquitetura uma forma de ver o mundo, lendo as simbologias dos espaços e observando os laços de pertencimento criados com quem os constrói. Procuro aprender com diferentes comunidades sua forma de expressão na matéria, seus mecanismos e principalmente a forma como se relacionam com os ciclos naturais. Vejo, a partir da ferramenta da arquitetura, a possibilidade de construir pontes entre o ser humano e a biosfera, para que possamos nos reinserir em seu fluxo contínuo.

luiza tripoli

Encontrei na arquitetura uma forma de ver o mundo, lendo as simbologias dos espaços e observando os laços de pertencimento criados com quem os constrói. Procuro aprender com diferentes comunidades sua forma de expressão na matéria, seus mecanismos e principalmente a forma como se relacionam com os ciclos naturais. Vejo, a partir da ferramenta da arquitetura, a possibilidade de construir pontes entre o ser humano e a biosfera, para que possamos nos reinserir em seu fluxo contínuo.

luiza tripoli

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Encontrei na arquitetura uma forma de ver o mundo, lendo as simbologias dos espaços e observando os laços de pertencimento criados com quem os constrói. Procuro aprender com diferentes comunidades sua forma de expressão na matéria, seus mecanismos e principalmente a forma como se relacionam com os ciclos naturais. Vejo, a partir da ferramenta da arquitetura, a possibilidade de construir pontes entre o ser humano e a biosfera, para que possamos nos reinserir em seu fluxo contínuo.

Encontrei na arquitetura uma forma de ver o mundo, lendo as simbologias dos espaços e observando os laços de pertencimento criados com quem os constrói. Procuro aprender com diferentes comunidades sua forma de expressão na matéria, seus mecanismos e principalmente a forma como se relacionam com os ciclos naturais. Vejo, a partir da ferramenta da arquitetura, a possibilidade de construir pontes entre o ser humano e a biosfera, para que possamos nos reinserir em seu fluxo contínuo.

Encontrei na arquitetura uma forma de ver o mundo, lendo as simbologias dos espaços e observando os laços de pertencimento criados com quem os constrói. Procuro aprender com diferentes comunidades sua forma de expressão na matéria, seus mecanismos e principalmente a forma como se relacionam com os ciclos naturais. Vejo, a partir da ferramenta da arquitetura, a possibilidade de construir pontes entre o ser humano e a biosfera, para que possamos nos reinserir em seu fluxo contínuo.

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Encontrei na arquitetura uma forma de ver o mundo, lendo as simbologias dos espaços e observando os laços de pertencimento criados com quem os constrói. Procuro aprender com diferentes comunidades sua forma de expressão na matéria, seus mecanismos e principalmente a forma como se relacionam com os ciclos naturais. Vejo, a partir da ferramenta da arquitetura, a possibilidade de construir pontes entre o ser humano e a biosfera, para que possamos nos reinserir em seu fluxo contínuo.

Encontrei na arquitetura uma forma de ver o mundo, lendo as simbologias dos espaços e observando os laços de pertencimento criados com quem os constrói. Procuro aprender com diferentes comunidades sua forma de expressão na matéria, seus mecanismos e principalmente a forma como se relacionam com os ciclos naturais. Vejo, a partir da ferramenta da arquitetura, a possibilidade de construir pontes entre o ser humano e a biosfera, para que possamos nos reinserir em seu fluxo contínuo.

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luiza tripoli

luiza tripoli

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Esta rede é a nossa base — uma ecologia viva de relações que sustenta tanto o território quanto o trabalho que desenvolvemos. Esperamos que você se sinta convidado a caminhar conosco, enquanto continuamos a construir juntos este futuro possível.

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